quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Joyce Manor- Joyce Manor [2011]



De todos os animais da criação
o homem é o único que
bebe sem ter sede
come sem ter fome
e fala sem nada dizer”, John Steinbeck.

Nos últimos anos, nós temos visto mais e mais gravadoras tradicionalmente enraizadas no hardcore arriscar calculadamente em novas assinaturas, e por enquanto parece que tem valido a pena para todos envolvidos. End Of a Year está prosperando na Deathwish, Inc, o álbum do Lemuria na Bridge Nine, etc. As gravadoras estão legitimamente aprendendo arriscar com bandas como Joyce Manor e seu excelente álbum de estreia auto intitulado.

Enquanto a banda indubitavelmente gozou de certo prestígio em função de sua demo, Constant Headache, Joyce Manor puxa as rédeas um pouco em favor de um som mais especificamente Jawbreaker. Isso não é uma imitação flagrante que estamos tão acostumados, a banda incorpora seus próprios toques em um som bem revestido.

A banda cita Weezer como outra influência, e o tipo de humor angustiado que nós ouvíamos e amávamos do River Cuomo (e companhia nos anos 90) é reencarnado aqui em rápida sucessão.
Ao mesmo tempo em que traça esses paralelos com outras bandas, o grupo destoa certa energia própria, o que não era inesperado, com algumas rápidas melodias de guitarra e bateria principalmente trazendo o barulho.

Relativamente falando, o Joyce Manor cede a si mesmo um pequeno espaço para respirar construindo melodias próprias, essencialmente incorporando grandes vocais desesperados aprofundados.
Enquanto essas influências e abordagem não são exatamente nada novas, a maneira que o Joyce Manor é capaz de moldá-las à sua música é surpreendente, especialmente considerando a juventude da banda. Muitas bandas têm passado anos tentando criar um álbum tão plenamente realizado quanto o Joyce Manor, e esses garotos acertaram em cheio na primeira tentativa! Injusto? Você julga.

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